Deputados brasileiros vão ver de perto a situação dos brasileiros em Honduras

Ivan Valente (PSOL-SP), Maurício Rands (PT-PE), Bruno Araújo (PSDB-PE), Cláudio Cajado (DEM-BA), Marcondes Gadelha (PSB-PB) e Raul Jungmann (PPS-PE) formam o grupo de deputados que compõem a Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Eles viajaram a Honduras , na quarta-feira (30), com o objetivo de avaliar a situação em que se encontra a embaixada brasileira e garantir a segurança dos brasileiros naquele país. Nessa perspectiva os deputados se reunirão com representantes da comunidade brasileira residentes em Honduras e manterão diálogo com o parlamento daquele país. O grupo permanecerá 36h em território hondurenho e visitará o Congresso de Honduras, a embaixada do Brasil e representantes da comunidade brasileira no país.

 “A missão é em defesa dos direitos humanos e pela paz”, diz o deputado Ivan Valente (PSOL-SP). Para ele, houve violação constitucional no momento em que Manuel Zelaya foi deposto, além de, no momento, o país estar sob suspensão de direitos públicos, como liberdade de circulação e de expressão. “Não reconhecemos aquele governo, mas busca-se uma solução diplomática para a reconstrução da democracia em Honduras”. Afirma o deputado.

O presidente da Câmara, Michel temer (PMDB-SP), afirmou na manhã terça-feira (29), que a viagem poderia não valer a pena, teve uma reunião com o grupo e acabou por defender a “diplomacia parlamentar” entre os dois países. Ou seja, a viagem dos deputados brasileiros está sendo avalizada apenas pelo Legislativo dos dois países.

Os seis parlamentares que embarcaram para Honduras vão arcar com parte das suas despesas. Em decisão tomada em conjunto, na terça-feira (29), o uso da verba indenizatória pagará apenas o transporte, feito em avião da FAB, entre Brasília e El Salvador. O transporte até Tegucigalpa e os gastos com táxis e hotéis na capital hondurenha serão arcados pelos deputados. Esse foi o acordo. A volta dos deputados a Brasília está prevista para a noite de sexta-feira.

Com o presidente deposto Manuel Zelaya refugiado há dias na embaixada brasileira em Honduras, o Brasil fica numa situação de impasse e atento a qualquer movimento que o governo golpista e os simpatizantes desse possam ter contra à embaixada brasileira.

Espera-se que com a visita do grupo de deputados, que agendaram: um encontro com os representantes dos brasileiros que moram no país; uma reunião mbaixada brasileira para avaliar as condições de vida dos diplomatasno Congresso hondurenho que avalizou a viagem; e uma visita à e e dos hondurenhos que lá estão em apoio a Manuel Zelaya, possa trazer resultados positivos para os parentes de brasileiros que trabalham ou vivem em Honduras e para o povo brasileiro. Vamos acompanhar. É esperar e ver.

Jogelci do Carmo

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